
Sobre os pés é doloroso, às mãos calamitoso As costas doem, os ossos trilham, rangem Estalam os nervos, os olhos ardem Sonhos morrem, sem destino ditoso Triste e sofrido fim, mas ao Eterno agradou Ele sabia de tudo, mas não recuou Para que eu pudesse ter a salvação eterna Recebê-lo em mim, sentir sua mão terna Quem dera poder vê-lo e abraçá-lo nesta cruz Mas poderosa me resplandece sua luz Para sentir sua presença que doce reluz E sem palavras gritar seu nome: Jesus! Já que não pude estar em Jerusalém Já que em mim não há nenhum bem Já que brilhaste em minha mente insana Já que quiseste salvar-me da morte lhana Já que não pude levar tua cruz Permite-me sentir tua glória, Jesus!